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Rastreabilidade para produção de ovos em Mato Grosso

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Projeto exige código de rastreabilidade para produção de ovos em Mato Grosso Tramita na Assembleia Legislativa o Projeto de Lei 590/19, que exige o código de rastreabilidade na casca dos ovos produzidos em Mato Grosso. O objetivo é informar o consumidor desde a procedência até a comercialização, identificando o produto de forma individual. Esse projeto foi apresentado no ano passado e aguarda o parecer do Núcleo Econômico da Casa de Leis. Se aprovado, os ovos comercializados em supermercados poderão ser vendidos nas embalagens conforme a legislação vigente. Contudo, os ovos sem identificação individual não poderão ser comercializados de forma fracionada. Mato Grosso teve um aumento significativo de 7,6% da produção de ovos, tornando-o maior produtor de ovos de galinha da região Centro-Oeste no ano de 2016, se destacando entre os estados que contribuíram para que a atividade comercial no país registrasse a maior produção em quase 30 anos. Em 2018, Mato Grosso produziu mais de...

A rastreabilidade ganhou o acompanhamento da EMATER auxiliando 43 famílias de olericultores

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Foto ilustrativa: Emater/RS-Ascar O prefeito Sergio Ghignatti recebeu em seu Gabinete, a equipe do escritório municipal da EMATER/RS-ASCAR de Cachoeira do Sul. Na ocasião, foram apresentados ao prefeito o Relatório das Atividades executadas pela EMATER em Cachoeira do Sul no ano de 2019 e o Plano Operativo de Trabalho que será executado em 2020. Segundo o Relatório apresentado, foram acompanhadas pela equipe, neste ano, 577 famílias, o que representa uma interação social e produtiva com aproximadamente duas mil pessoas do meio rural. O trabalho foi realizado em 52 diferentes localidades, com 43 atividades desenvolvidas em relação ao arroz, soja, pecuária familiar, agroindústrias, olericultura, fruticultura, saneamento básico, gestão rural, solos, pescadores, indígenas, quilombolas, produção orgânica, artesanato, crédito rural, floricultura entre outras. A EMATER também apresentou os destaques 2019 em âmbito social com o trabalho desenvolvido em parceria com a ANATER, através de pro...

Futuro do agronegócio e rastreabilidade são discutidos em encontro nacional das Ceasas

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Secretário Covatti Filho destacou a importância da rastreabilidade de produtos vegetais e discussão de medida do governo federal -  Foto: Emerson Foguinho/Seapdr Novos rumos para o desenvolvimento da agricultura e os pontos polêmicos da rastreabilidade de produtos vegetais frescos foram os grandes temas do primeiro dia do Encontro Nacional da Associação Brasileira das Centrais de Abastecimento (Abracen) e da Confederação Brasileira das Associações e Sindicatos de Comerciantes em Entrepostos de Abastecimento (Brastece), realizado em Porto Alegre. Anfitriã do evento, a Ceasa (Centrais de Abastecimento do Rio Grande do Sul), vinculada à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, recebeu convidados de vários Estados no Hotel De Ville. Dirigentes e técnicos de entrepostos do país, empresários e produtores rurais discutiram o futuro do agronegócio e a aplicação da Instrução Normativa Conjunta (INC) Nº 2 de 2018, que criou a rastreabilidade de produtos vegetais...

Rastreabilidade para o Queijo da Canastra ganha com uso de etiqueta de caseína garante origem e evitar falsificação

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João Carlos Leite, presidente da Aprocan. FOTO: Hugo Leite/Acervo Pessoal Associação de produtores adota selo comestível que vai permitir a rastreabilidade de 246 mil queijos de leite cru certificados. Foi lançado em São Roque de Minas, na Serra da Canastra, o uso oficial das etiquetas de caseína para identificação dos produtos da APROCAN, Associação dos Produtores de Queijo Canastra. A ideia é garantir a origem do queijo de leite cru e combater o uso indevido da indicação de procedência “Canastra”. As etiquetas, feitas a partir da proteína do leite (caseína) e tinta alimentar, trazem um número único que permite ao consumidor identificar cada queijo, seu produtor e a data de produção. A Canastra é a primeira região brasileira a utilizar esse tipo de ferramenta de rastreabilidade. “Nós tentamos até chip de identificação, mas eles não suportam a acidez do queijo, a caseína é naturalmente a melhor solução”, conta João Leite. Já em 2019 a previsão é que 246 mil queijos da Can...

HORTIFRUTI/CEPEA: Rastreabilidade traz mais clareza às cadeias produtivas ?

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ENTENDA A NOVA NORMA DO SETOR DE FRUTAS E HORTALIÇAS Piracicaba, 24 – Em uma parceria entre o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), foi publicada, em 7 de fevereiro de 2018, a Instrução Normativa Conjunta nº 2, a qual dispõe sobre a obrigatoriedade da adoção do sistema de rastreabilidade para produtos vegetais frescos in natura em todo o território nacional. Com isso, todos os envolvidos na cadeia de produção e distribuição de frutas e hortaliças devem dispor de informações padronizadas para identificar a origem do produto. Essa identificação pode ser realizada por diversos meios: etiquetas, códigos de barras ou QR Code, por exemplo. Porém, os prazos para implementação do novo sistema são diferentes, dependendo do produto, variando entre 180, 360 e 720 dias a partir da data de publicação da Instrução Normativa (em fevereiro de 2018). Para citros, maçã, uva, batata, alface, repolho, tomate e pepin...

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